“Não queiras ter pátria, não dividas a terra, não arranques pedaços ao mar. Nasce bem alto, que todas as coisas serão tuas...” (Cecília Meireles)

METAMORFOSEANDO


Eu, leve como o vento
numa alegria que ecoa
invade todo o ambiente.

Num fôlego renovado
brincando com coisas sérias
onde tudo, é tão de verdade.

Sonhos tão reais
e a minha vontade de ser-te
ainda mais...

Força que vai muito além
transbordando-me o coração
fazendo derramar olhos e mãos
...rios, cachoeiras e oceanos...

Deu-me um chão de estrelas...

Saio de mim, para ter em ti
a paz que eu preciso.

E as dores do mundo
já nem são mais.

Trago-te guardado aqui dentro
como a razão de meu amanhecer
presa a este teu olhar de resgate.


Lumansanaris
Imagem: Google

5 comentários:

  1. Me recuso a comentar isso tudo!
    Só sentir, pegar carona nesse sentimento todo, mentir ser meu.
    Abençoado dom, abençoadas digitais, beijo terno, Paulo.

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  2. Maravilhosa metamorfose que se funde na paz do amor. Luz e paz. Beijo no ♥

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  3. Não há ninguém que leia esse teu poema e saia incólume dessa transbordar de sentimentos, belos, tocantes, traduzidos com o esmeros dos que sabem amar.
    Meu carinho, querida Lu

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  4. É tão grande a tua delicadeza poetisa Lucy que a alma da gente se desarma, incrível dom, meus parabéns!
    Fraternal abraço, Miguel.

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  5. SERGIO NEVES - Ler-te é um prazer enorme, uma dádiva!...e, por tanto, comentar teus escritos também se torna prazeroso, por isto, de novo, meu dizer sobre esse teu poema -ou, um meu novo dizer sobre esse teu poema: magnífico! -chega a ecoar maviosamente nos meus ouvidos! / Carinhos Lucy.

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Obrigada pelo carinho para com as minhas digitais.

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