Olhos em águas profundas
ancorados por silêncios,
constroem capelas...
içam-se as velas do
coração.
sobre o caminho verde
das águas,
retribuem com um riso.
o fluir dos pensamentos,
mudando a fotografia
agora não é mais
apenas “ontens”.
Mas, num sopro de paz,
Partem então em viagem...
Recolhendo algumas moedas de sol
E
timidamente
voltam-se para dentro,
permitindo ao vento
de
suas retinas...
E
o tempo se desfaz
lumansanaris
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