"Somos poeira de estrelas..." Carl Sagan
Trago sempre uma lágrima
Debruçada aos olhos
Inextinguivelmente.
Trago sempre uma lágrima
Debruçada aos olhos
Inextinguivelmente.
...Trago uma lágrima
Para regar os momentos
Em que não tenho como dizer.
Para regar os momentos
Em que não tenho como dizer.
Tenho um sorriso também
Que é ninho para as alegrias
Asa e sol de partilha.
Que é ninho para as alegrias
Asa e sol de partilha.
...Tenho um sorriso
Que disfarça os momentos
Em que é melhor não dizer.
Que disfarça os momentos
Em que é melhor não dizer.
Tenho uma lágrima que rega,
Um sorriso que germina
E silêncios que me zelam.
Um sorriso que germina
E silêncios que me zelam.
Atrasos em horas emprestadas
Astúcias que necessitam de pausa
Imensa e farta, pó de estrela.
Imagem: Ludovic Florent


Tu mesma num só verso deste lindo poema definiste o que são a tua inspiração, a tua sensibilidade, o teu requintado apuro de gosto, e ao dom inato que trazes contigo, pois que todos os teus poemas são, via de regra: “stardust”.
ResponderExcluirGrande abraço.
Nelson
Wow.
ResponderExcluirGreat shot.
Um manancial de sentimentos, ternura e poesia. Que seja inesgotável, inextinguível, everlasting feelings, querida poetisa.
ResponderExcluirSERGIO NEVES - ..."PÓ DE ESTRELA",...só tu mesmo para dizer disto com tanta grandiosidade,...a tua visão sobre tal tende a se maior do que a de qualquer outro reles mortal,..., és única,...pertences, com sublimidade, ao Universo,...ou seja, não és (só) deste mundo... / Carinhos.
ResponderExcluirQue a inspiração contida no pó das estrelas seja sempre uma luz em seu poetar. Luz e paz. Bjs
ResponderExcluirUma das maravilhas do teu livro!
ResponderExcluirTua poética é singular Lucy, fácil identificar os teus versos, têm assinatura embutida na sabedoria.
Forte e terno abraço, Humberto.