São como lâminas
As nuvens que embaçam o olhar
E mascaram verbos
São destas nuvens
Que se chovem os dentes afiados
Que atracam carne e ossos
Roem, rangendo trovões
Alagam rios de cinzas e tormentas,
Desfragmentam crenças.
Estação de sombras
Uma pequena parte, de tantas outras.
É como um mapa
Desenhado errado, atraso na viagem.
Imagem: brooke shaden


A poetiza tem uma visão profunda sobre as coisas mas é delicada no descrever, lindo!
ResponderExcluirAb, Renato.
Que lindo Lu! Saddes amiga querida!
ResponderExcluirBjos, Maria Emilia.
Menina de alma antiga.
ResponderExcluirBoa noite Lu, teus versos fazem uma simbiose do real com o mito para dar pluralidade aos anseios, e satisfações da tua dinâmica personagem, parabéns pelo vosso eloquente poema, eu te desejo uma semana de muitas satisfações, um beijo com carinho neste teu bondoso coração, que o meu coração tanto ama, MJ.
ResponderExcluirBelíssimo poema! Achei-o verdadeiramente inspirador, profundo e carregado de sensibilidade, cheio de metáforas muito bem utilizadas e que dão vida aos versos..
ResponderExcluirTenha um maravilhoso 2016!
Um forte abraço
Concordo com o que já disseram.... És realmente uma menina de alma vetusta...
ResponderExcluirGrande abraço
Nelson