"Cabe-nos a tarefa irrecusável, seriíssima, dia a dia renovada, de - com a máxima imediaticidade e adequação possíveis - fazer coincidir a palavra com a coisa sentida, contemplada, pensada, experimentada, imaginada ou produzida pela razão." Goethe

DESASSOSSEGO

Grãos de areia presos
entre os dedos,
  desejo suicida de ternuras.

E a beira mar
quase tudo parece estar
muito distante.

Quase, pois barcos de mágoas
fazem ancoragem
na margem das lágrimas.

lumansanaris
imagem: Google

10 comentários:

Mar Arável

Há beijos assim
que se pintam com lábios nos lábios

Renato Alves

A poetiza me faz querer ver através dos seus olhos.
Sensibilidade funda essa sua menina Lucy, parabéns!
Abraço do fã Renato.

Carmem Grinheiro
Este comentário foi removido pelo autor.
Carmem Grinheiro

Olá, Lucy.
Quando estamos à beira do mar, as coisas adquirem diferente dimensão.
bj amg

Bandys

Ola Lu,
Doce e intenso.
Senti a flor da pele.
Belo.
beijos

Anônimo

Lu, linda e doce Lu, qual a dimensão do teu sentir?
Apesar de triste, é tão belo amiga! Amei! E te amo também, só que mais que a poesia, rs!
Beijos, Flávia.

Miguel Jacó

Boa noite Lu, teus versos enredam a vida e as suas passibilidades, com todas as pompas que estas merecem, porem sem desguarnecer as chances que buscam sempre o nosso ser, os infames infortúnios, parabéns pelo redundante poema, um beijo com muita carinho neste teu doce coração, que o meu coração tanto ama, MJ.

Antenor Rosalino

À beira mar os sentimentos da querida poetisa voejam, e, mesmo exteriorizando tristezas, estas não obscurecem o seu estro encantador. Meus aplausos, Lu, com o carinho e a admiração de sempre.

Denis Correia

Olá.
Belo texto.
Meus parabéns e uma boa noite.

;D

Anônimo

Lu,tua poesia é sensacional...estou aqui relendo,beijo carinhoso Abá!

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